DIA DA MÃE
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CELEBRAR O DIA DA MÃE
NA BAIXA-CHIADO COM MICAELA E LUCIANA ABREU
Baixa-Chiado celebrou o Dia da Mãe com flores, música e momentos especiais,
ao lado de Micaela e Luciana Abreu
Foi no dia 2 de maio que a Baixa-Chiado se transformou num palco de celebração, onde a figura materna foi homenageada de forma especial, numa iniciativa da ADBP que já se tornou uma tradição e que aliou a dinamização do comércio local a um forte espírito de solidariedade. Ao longo do dia, a cantora Micaela e a atriz e cantora Luciana Abreu percorreram as ruas da Baixa Pombalina para distribuir flores às mães que por ali passaram, num gesto simbólico que reforçou a importância deste amor único.
Ao longo do percurso, a música ao vivo acompanhou o cortejo, criando um ambiente festivo que se tornou uma marca desta iniciativa, saudando lojistas e contagiando o público. Entre ruas cheias de história e comércio tradicional, a iniciativa fortaleceu a ligação entre a cidade, quem nela viveu e trabalhou e todos os que a visitaram.
Ao longo do percurso, a música ao vivo acompanhou o cortejo, criando um ambiente festivo que se tornou uma marca desta iniciativa, saudando lojistas e contagiando o público. Entre ruas cheias de história e comércio tradicional, a iniciativa fortaleceu a ligação entre a cidade, quem nela viveu e trabalhou e todos os que a visitaram.
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NA BAIXA-CHIADO COM MICAELA
PARA CELEBRAR A PÁSCOA
Com a Primavera no horizonte e os dias mais longos e solarengos, a Páscoa faz-se anunciar. É tempo de esperança e renovação, uma quadra marcada pelo simbolismo, pela celebração das famílias e pelos encontros à volta da mesa. É também o momento em que padrinhos e afilhados trocam presentes carregados de significado, reforçando laços que o tempo fortalece.
E se há momentos do ano que pedem preparação com tempo e intenção, a Páscoa é um deles, com os seus rituais e tradições. Entre ruas cheias de história e lojas onde o atendimento ainda faz a diferença, na Baixa-Chiado estas tradições vivem-se intensamente, entre manifestações religiosas como a Procissão do Senhor dos Passos da Graça ou a Via Sacra que percorre as ruas da Baixa Pombalina, e montras decoradas com amêndoas coloridas, ovos de chocolate e referências à simbologia pascal.
É neste cenário especial que Micaela regressa à Baixa-Chiado para preparar a sua Páscoa, “um destino com uma energia única, com o seu comércio de proximidade onde somos recebidos de forma calorosa e atendidos e aconselhados com tempo”, partilha a cantora.
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DIA DE REIS NA BAIXA-CHIADO!
ROSSIO CHRISTMAS MARKET 2025
HORÁRIOS DO COMBOIO DE NATAL:
(De 14 de novembro e 21 de dezembro)
De domingo a quinta-feira, das 15h às 22h
Sextas-feiras, sábados e vésperas de feriados, das 15h às 23h
Viagem inaugural: dia 14 de novembro, às 18h.
De acesso gratuito e 100% elétrico.
(De 14 de novembro e 21 de dezembro)
De domingo a quinta-feira, das 15h às 22h
Sextas-feiras, sábados e vésperas de feriados, das 15h às 23h
Viagem inaugural: dia 14 de novembro, às 18h.
De acesso gratuito e 100% elétrico.
HORÁRIOS DO MERCADO:
(De 14 de novembro e 21 de dezembro)
De domingo a quinta-feira, das 10h às 22h
Sextas-feiras, sábados e vésperas de feriados, das 10h às 23h
(De 14 de novembro e 21 de dezembro)
De domingo a quinta-feira, das 10h às 22h
Sextas-feiras, sábados e vésperas de feriados, das 10h às 23h
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Mais do que um mercado, é uma celebração viva do espírito natalício, um destino onde Lisboa recebe quem deseja comprar presentes, descobrir o comércio tradicional, saborear as iguarias da quadra e, acima de tudo, sentir a magia de estar em família e entre amigos.
A cada edição, o Rossio Christmas Market reinventa-se com novas ideias, experiências e surpresas num ambiente que enaltece a história e o comércio da Baixa-Chiado. Este ano, a ADBP volta a transformar a Praça D. Pedro IV num palco de festa e tradição, onde dezenas de casinhas de madeira oferecem artesanato, doces típicos e sugestões de presentes originais. O comércio local da Baixa-Chiado estará igualmente mobilizado com sugestões e novidades, reforçando a ligação entre a iniciativa e as lojas com a sua oferta comercial, algumas com horários mais alargados. E à medida que a noite cai, as luzes, a música e o ambiente festivo tomam conta da Baixa--Chiado para celebrar o Natal com uma agenda cultural bem recheada para todos os gostos e idades, onde não faltam mascotes e duendes e, claro, o Pai Natal, para transformar o Rossio num cenário de sonho. A inauguração oficial é já dia 14 de novembro com a Banda Original Bandalheira e a presença de Micaela, acompanhada pela grande Parada de Natal com o Pai Natal e personagens mágicas. Ao longo de todo o período do mercado haverá animação musical com um repertório de músicas de Natal e, diariamente, às 17h, a Parada de Natal, momento alto que anuncia a chegada do Pai Natal ao Rossio. Como já é tradição, a Casa do Pai Natal estará instalada no recinto do mercado, proporcionando encontros fotográficos e momentos de magia para as crianças. Regressa também a conhecida Exposição de Natal do Hospital de Bonecas, uma mostra que reúne um acervo notável de bonecas que remonta a mais de 190 anos, e que, ano após ano, encanta colecionadores e famílias, acrescentando valor patrimonial e afetivo à visita. É também neste ambiente mágico que o Comboio de Natal volta a ser uma das imagens de marca da Baixa-Chiado durante esta quadra. Ao circular pelas suas ruas entre 14 de novembro e 21 de dezembro, o comboio funciona de domingo a quinta-feira, das 15h às 22h, e às sextas-feiras, sábados e vésperas de feriados, das 15h às 23h; a viagem inaugural realiza-se no dia 14 de novembro, às 18h. De acesso gratuito e 100% elétrico, o comboio oferece uma experiência cénica e sustentável que aproxima diferentes pontos da Baixa Pombalina, criando momentos mágicos e de descoberta para miúdos e graúdos. Ao longo dos 38 dias de festa, entre a presença de artistas consagrados como Sérgio Rossi, Sónia Costa, Miguel Azevedo, Karina, Romana, Belito, e o Grupo Chave D’Ouro, o programa conta ainda com as atuações ao vivo de coros, ranchos folclóricos, bandas filarmónicas e concertinas, que mantêm viva a tradição portuguesa. Como já é habitual, o Rossio Christmas Market conta também com a colaboração da Escola de Comércio de Lisboa, através da participação dos alunos que criaram montras natalícias inspiradas no comércio e nos desafios que se impõem. Uma parceria que, ano após ano, estimula a criatividade e aproxima as novas gerações do comércio local, valorizando o talento jovem e reforçando o elo entre a formação e a vivência real do centro histórico de Lisboa. “Queremos que cada visitante leve consigo boas memórias de um Natal vivido e celebrado no coração da nossa Baixa. E a cada edição do Rossio Christmas Market, a ADBP procura reinventar-se e oferecer algo novo, mantendo o comércio tradicional e a cultura no centro desta celebração”, afirma Manuel de Sousa Lopes, presidente da ADBP. |
Programa Completo:
14 NOV. INAUGURAÇÃO DO ROSSIO CHRISTMAS MARKET Presenças e Actuações: 18H - Actuação da banda “Original Bandalheira” - Presença da artista Micaela TODOS OS DIAS: - Animador Musical com músicas de Natal - Parada de Natal pelas 17h com a chegada do Pai Natal ao Mercado com personagens e mascotes de Natal - Comboio de Natal NOVEMBRO Dia 15 - Presença do artista Sérgio Rossi Dia 16 - Atuação de Duo “Christmas Carols” com cânticos de Natal Dia 22 - Presença da artista Sónia Costa Dia 23 - Actuação de Rancho Folclórico da Ribeira de Celavisa - Arganil Dia 29 - Presença do artista Eduardo Santana Dia 30 - Actuação de Grupo Folclórico “ Os Camponeses Dona Maria “ – Sintra DEZEMBRO Dia 1 - Presença do artista Miguel Azevedo Dia 6 - Presença da artista Karyna Dia 7 - Atuação da Banda Filarmónica de Samora Correia Dia 8 - Rossio Christmas Fashion: 18h - 21h. Presença da artista Romana Dia 13 - Presença do artista Belito Campos Dia 14 - Actuação do Grupo de Concertinas da Casa do Concelho de Castro Daire Dia 20 - Presença dos artistas “Chave Douro” 21 DEZ. ENCERRAMENTO DO ROSSIO CHRISTMAS MARKET Atuação do rancho Folclórico Casa do concelho de Ponte de Lima – 18h |
NÃO HÁ NATAL COMO O ROSSIO CHRISTMAS MARKET
O tradicional Jantar de Natal da ADBP voltou a encher o Salão Nobre da CCIP no passado dia 4 de dezembro, numa noite marcada pelo reencontro entre associados, parceiros e amigos, e pelo espírito especial que esta quadra representa para a Associação.
Foi uma celebração dedicada ao reconhecimento e ao agradecimento da ADBP a todos os comerciantes e empresários da Baixa Pombalina, pela sua resiliência e pela forma como, ano após ano, apoiam e caminham ao lado da Associação em todas as suas iniciativas, contribuindo para fortalecer o comércio tradicional e a vitalidade do território.
A noite contou com momentos marcantes, desde a muito aplaudida atuação da fadista Joana Amendoeira, à emotiva homenagem prestada a D. Fernanda Igrejas, que celebra 40 anos enquanto empresária da Baixa e diretora dedicada às causas da ADBP.
O jantar contou ainda com a presença e intervenção do Vereador Diogo Moura, que destacou a relação de proximidade com a ADBP, “uma relação que vai além da institucional” e, em nome da Câmara Municipal de Lisboa, agradeceu o trabalho diário que a Associação desenvolve na dinamização da Baixa Pombalina .
Igualmente inspirador foi o discurso de Micaela, verdadeira embaixadora das iniciativas e causas da Baixa Pombalina, cuja voz tem sido fundamental na promoção e valorização do comércio tradicional.
A ADBP deseja a todos um Feliz Natal e que 2026 seja generoso em oportunidades e conquistas pessoais e profissionais. Boas Festas!
Coloco aqui a Patricia em cc para ter acesso às fotos
Foi uma celebração dedicada ao reconhecimento e ao agradecimento da ADBP a todos os comerciantes e empresários da Baixa Pombalina, pela sua resiliência e pela forma como, ano após ano, apoiam e caminham ao lado da Associação em todas as suas iniciativas, contribuindo para fortalecer o comércio tradicional e a vitalidade do território.
A noite contou com momentos marcantes, desde a muito aplaudida atuação da fadista Joana Amendoeira, à emotiva homenagem prestada a D. Fernanda Igrejas, que celebra 40 anos enquanto empresária da Baixa e diretora dedicada às causas da ADBP.
O jantar contou ainda com a presença e intervenção do Vereador Diogo Moura, que destacou a relação de proximidade com a ADBP, “uma relação que vai além da institucional” e, em nome da Câmara Municipal de Lisboa, agradeceu o trabalho diário que a Associação desenvolve na dinamização da Baixa Pombalina .
Igualmente inspirador foi o discurso de Micaela, verdadeira embaixadora das iniciativas e causas da Baixa Pombalina, cuja voz tem sido fundamental na promoção e valorização do comércio tradicional.
A ADBP deseja a todos um Feliz Natal e que 2026 seja generoso em oportunidades e conquistas pessoais e profissionais. Boas Festas!
Coloco aqui a Patricia em cc para ter acesso às fotos
JANTAR DE NATAL ADBP
Micaela na Baixa-Chiado
para um Natal perfeito
Há um lugar onde o Natal ganha um brilho especial, onde é possível encontrar todos os presentes, sentir o calor do comércio tradicional e viver o encanto das luzes e das montras decoradas: a Baixa de Lisboa.
Envolvida por esta atmosfera única, a cantora Micaela convida-nos a acompanhá-la nesta viagem mágica, partilhando as suas escolhas e sugestões para um Natal repleto de tradição e magia, como só na Baixa acontece.
Envolvida por esta atmosfera única, a cantora Micaela convida-nos a acompanhá-la nesta viagem mágica, partilhando as suas escolhas e sugestões para um Natal repleto de tradição e magia, como só na Baixa acontece.
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FESTIVAL DE OUTONO NO ROSSIO
SANTOS POPULARES NO ROSSIO, POR DUETOS IMPROVÁVEIS
Rossio viveu noites memoráveis com Duetos Improváveis nos Santos Populares
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Nas noites dias 20, 21, 27 e 28 de junho, a Baixa de Lisboa testemunhou uma celebração singular dos Santos Populares com uma programação cultural inédita que atraiu milhares de pessoas ao Rossio. Quatro noites que se revelaram memoráveis, onde a música foi a protagonista de um espetáculo pensado para homenagear as tradições mais queridas dos lisboetas. Em dueto, os artistas convidados emocionaram o público ao interpretar alguns dos temas mais emblemáticos das Marchas de Lisboa, num verdadeiro tributo à identidade cultural da cidade.
A festa no Rossio fez-se com as atuações de Micaela & Luciana Abreu, João Chora & Ana Rita Prada, Romana & Rui Bandeira e António Pinto Basto & Teresa Tapadas – artistas que surpreenderam e encantaram/conquistaram o público com fusões “improváveis” de estilos. Com uma afluência média de cerca de mil pessoas por noite, o evento ultrapassou todas as expectativas reafirmando o poder mobilizador da cultura popular no coração da capital. Para além do envolvimento direto do público, a iniciativa destacou-se pelo impacto que teve na dinamização do comércio, mas também pela visibilidade mediática alcançada nas redes sociais, quer da ADBP, quer dos artistas convidados, e nas plataformas digitais - “Festas e Arraiais”, “Aonde Vamos?”, “Cartaz Cultural Lisboa”, “Correio da Manhã”, “Hiper FM”, “A Televisão”, “Notícias ao Minuto”, “Infocul” e “SAPO Lifestyle” - e na imprensa, com ampla cobertura nos meios de comunicação social -, contribuindo para projetar a imagem da Baixa de Lisboa como um espaço cultural dinâmico. Ainda nas redes sociais, as atuações de Rui Bandeira & Romana e António Pinto Basto & Teresa Tapadas foram transmitidas em direto na plataforma Instagram através da conta da ADBP para que mais pessoas pudessem assistir e que continuam ativas para quem desejar rever ou para quem não teve oportunidade de assistir. A nível televisivo, a SIC acompanhou a noite de estreia nos programas “Fama Show” e “E-Especial”, incluindo entrevistas ao vereador da Câmara Municipal de Lisboa, Diogo Moura, e ao presidente da ADBP, Manuel Lopes. Ainda na SIC, as atuações de Micaela & Lucoana Abreu foram tema no programa “Passadeira Vermelha”. Também a CMTV, no programa “Noite das Estrelas”, destacou a brilhante atuação de Luciana Abreu e Micaela, reconhecendo a qualidade artística do evento. No meio radiofónico, a Rádio Amália teve um papel relevante na promoção do evento, com a participação especial de João Chora, que divulgou a sua atuação em antena, reforçando a ligação entre a música tradicional e as celebrações da cidade. A ADBP volta, assim, a cumprir o seu compromisso de celebrar Lisboa com eventos de qualidade, que reforçam a identidade cultural da cidade e trazem vitalidade à Baixa Pombalina. Uma iniciativa que será recordada como mais um exemplo de como tradição, música e dinamização comercial podem caminhar lado a lado, para o bem da cidade e dos que a vivem. |
DIA 20 DE JUNHO
DIA 21 DE JUNHO
DIA 27 DE JUNHO
DIA 28 DE JUNHO
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Numa altura em que o comércio na Baixa de Lisboa enfrenta profundas transformações, a Escola de Comércio de Lisboa (ECL) posiciona-se como agente de mudança, preparando jovens para os desafios da digitalização, da sustentabilidade e da inovação, sem perder de vista a identidade local. Uma visão onde entidades como a ADBP assumem um papel de missão partilhada na revitalização do comércio tradicional.
1. Quais são na perspectiva da ECL os maiores desafios que o sector do comércio enfrenta atualmente, sobretudo na Baixa de Lisboa?
A Escola de Comércio de Lisboa identifica diversos desafios críticos para o sector do comércio na Baixa de Lisboa, uma zona emblemática da cidade. Entre eles, destaca-se a necessidade de adaptação à era digital, com a crescente concorrência do comércio eletrónico, e à transformação dos hábitos de consumo, mais exigentes e conscientes, a necessidade de requalificação da mão de obra, a captação de talento jovem e a revitalização do comércio tradicional.
No entanto, estes desafios exigem também uma resposta mais ampla e estratégica. Um dos principais focos é a necessidade de garantir um equilíbrio territorial e comercial, promovendo um mix comercial interessante, atractivo e diversificado, mas que evite fenómenos de descaracterização e homogeneização da Baixa. A preservação da identidade comercial e histórica da zona é fundamental para manter a sua autenticidade e o vínculo com a comunidade.
A ECL defende a articulação entre inovação, património e identidade, promovendo uma vivência urbana que aproxime o comerciante e o consumidor, com base numa relação enraizada na história, na identidade cultural e na experiência local. Isso passa, por exemplo, por valorizar o comércio tradicional, as lojas históricas, os ofícios urbanos e os serviços de proximidade, aliando-o à inovação tecnológica e às novas linguagens do retalho.
Além disso, são desafios estruturais a sustentabilidade ambiental e a economia circular, com uma crescente exigência para que o sector reduza o desperdício, adopte práticas mais verdes e promova o consumo responsável. Também a segurança e a higiene urbana são essenciais para manter a atractividade da Baixa como centro comercial a céu aberto, reforçando a confiança dos residentes, turistas e profissionais que nela circulam diariamente.
A ECL acredita que só através de uma abordagem integrada e colaborativa, envolvendo escolas, empresas, entidades públicas e associações como a ADBP, será possível ultrapassar estes desafios e garantir que a Baixa continue a ser um espaço comercial vivo, sustentável e com identidade.
2. Como é que a ECL se posiciona face a estes desafios no que se refere à sua oferta formativa e quais as áreas em que mais tem investido ? Têm surgido novas especializações como resposta a novas tendências do mercado?
A ECL tem apostado fortemente em áreas como o digital e as tecnologias emergentes e prova disso são as candidaturas aprovadas no âmbito do Plano de Recuperação e Resiliência - PRR a 3 Centros Tecnológicos Especializados (CTE Digital, CTE Industrial e CTE Informática), em mais de 4 milhões de euros e que possibilitará dotar a escola com tecnologia de ponta, incluindo robótica, inteligência artificial, impressão 3D, produção gráfica e laboratórios de prototipagem, proporcionando uma aprendizagem prática e imersiva. Além disso, todas as salas de aula estarão dotadas de sistemas de videoconferência, permitindo a colaboração com parceiros de referência em países como Finlândia, Dinamarca, Noruega, Itália, Espanha, Turquia, Grécia, Holanda, Islândia e até mesmo Japão, reforçando a preparação dos alunos para um mercado de trabalho global e altamente digitalizado.
Paralelamente, a ECL, enquanto escola profissional de dupla certificação, 12.º ano e nível 4 do Quadro Europeu de Qualificações, nas áreas de Comércio, Serviços, Restauração, Hotelaria e Informática, participou na recente revisão da ANQEP – Agência Nacional para a Qualificação e Ensino Profissional, do Catálogo Nacional de Qualificações, criando e/ou revendo cursos com base nas preocupações já enunciadas, nomeadamente de nível 5, como o Técnico Especialista em E-Commerce, o Técnico Especialista em Comércio Internacional, o Técnico Especialista em Marketing Digital, o Técnico Especialista em Organização de Eventos e Relações-Públicas, ou de nível 4, como o Técnico de Comércio, Técnico de Vendas e Marketing, o Técnico de Visual Merchandising, ou o Técnico de Comunicação – Marketing, Relações-Públicas e Publicidade, entre outros.
A ECL aposta, igualmente, no desenvolvimento de soft skills fundamentais, nomeadamente através do seu Plano de Inovação, que espelha 5 “C”, através de metodologias ativas e de projectos com a comunidade e empresas parceiras, para que o aluno se torne comprometido, consciente, competente, criativo e colaborativo.
Através da Formação Modular Certificada e do Centro Qualifica, tem vindo, igualmente, a ajustar a sua oferta às necessidades emergentes do mercado de trabalho, promovendo percursos flexíveis e de curta duração com foco na empregabilidade e na inovação.
3. Como é feita a captação de alunos para esta área especificamente?
A captação é feita através de múltiplos canais: visitas a escolas, presença em feiras de educação e eventos como o Dia Aberto, com workshops e minicursos ou a Aula Inaugural. A ECL promove também campanhas digitais, conteúdos nas redes sociais e acções de fidelização. Destaca-se ainda a actuação do Departamento de Gestão de Talento e a forte rede de parcerias com empresas e associações, como a ADBP, que ajudam a dar visibilidade à escola e à sua oferta formativa. No entanto, a primordial fonte de captação de alunos é mesmo o “passa palavra”, pois os nossos alunos e os seus Encarregados de Educação veem na Escola de Comércio de Lisboa uma escola de qualidade, que proporciona oportunidades únicas através de mais de 100 mobilidades internacionais Erasmus+ por ano, de formações em contexto de trabalho de 6 semanas todos os anos, de aprendizagens em contexto real, de laboratórios pedagógicos e empresas de treino na escola (uma por curso) e de inúmeras parcerias, nomeadamente com entidades internacionais, como a OCDE. Todas estas aprendizagens e oportunidades revestem a formação da ECL de uma qualidade tal, que possibilita aos seus alunos o prosseguimento de estudos ou a inserção imediata no mercado de trabalho.
4. Que percepção têm os jovens sobre as oportunidades, mas também desafios no setor?
De forma geral, os jovens reconhecem que o sector do comércio continua a oferecer múltiplas oportunidades de emprego, com possibilidade de progressão e mobilidade, e valorizam o seu carácter dinâmico, relacional e prático. Veem-no como um sector onde podem ganhar experiência profissional relevante, desenvolver competências de comunicação, atendimento ao cliente, marketing e vendas, mas acima de tudo, uma componente muito relacional e de proximidade, que lhes agrada e que aprimoram ao longo da sua formação na ECL.
Contudo, identificam desafios como a exigência crescente de competências digitais, o ritmo acelerado da transformação no retalho e a necessidade de se diferenciarem pela criatividade e inovação. A ECL trabalha estas dimensões com os alunos, incentivando uma postura proativa, empreendedora e criativa, no sentido da resolução de problemas.
5. E do lado da oferta, quais são as funções/vagas que o comércio mais procura preencher?
Funções como técnicos de comércio, gestores de negócio e de ponto de venda, especialistas em visual merchandising, técnicos de vendas digitais, promotores de eventos, recepcionistas e profissionais com competências em línguas e tecnologias são muito procuradas. A ECL prepara os seus alunos especificamente para estas funções, através de estágios nacionais e internacionais e formações adaptadas às exigências do setor.
6. Como surgiu a colaboração com a ADBP e que importância tem essa parceria no contexto da dinamização da Baixa Pombalina?
A parceria com a ADBP surgiu naturalmente da missão partilhada de revitalizar o comércio tradicional há quase três décadas, especificamente através da ação do Dia da Mãe. A ECL valoriza esta colaboração como um exemplo de ligação virtuosa entre escola e território, permitindo aplicar na prática os conhecimentos adquiridos em sala de aula, proporcionar aos nossos alunos novas aprendizagens em contexto real e contribuir para a animação e valorização do centro histórico de Lisboa. Esta parceria tem sido fundamental para o fortalecimento da formação profissional no sector do comércio e serviços, consolidando-se através de diversas iniciativas estratégicas que beneficiam tanto os alunos como o setor empresarial.
7. Que tipos de projetos ou iniciativas têm sido desenvolvidos em conjunto com a ADBP? Há algum que se destaque particularmente?
A colaboração entre a Escola de Comércio de Lisboa (ECL) e a Associação de Dinamização da Baixa Pombalina (ADBP) tem-se afirmado como uma parceria sólida e frutuosa na promoção do comércio urbano e na valorização da formação profissional em Lisboa.
Ao longo dos anos, esta ligação tem sido reforçada através da presença activa da ADBP em órgãos estratégicos da ECL, como o Conselho Consultivo ou o Fórum de Empresários, o que permite à escola manter um alinhamento constante com as necessidades reais do sector. Este canal de comunicação directo contribui decisivamente para a atualização curricular e para a pertinência da formação ministrada.
A associação tem, também, um papel simbólico e institucional na vida escolar da ECL, com destaque à insígnia da associação exposta entre os parceiros estratégicos na entrada da escola. Esta visibilidade reflecte uma relação de confiança mútua e reforça o papel da ADBP como agente dinâmico no território.
No plano das actividades concretas, a parceria tem permitido o contacto com especialistas ligados ao comércio e à regeneração urbana. Um aspecto particularmente valorizado é a atribuição anual de um prémio de mérito pela ADBP a alunos distinguidos pelos seus projectos ou desempenho académico na área do comércio e serviços, incentivando a excelência e o reconhecimento público do esforço e talento dos jovens.
Também a componente de formação prática se tem beneficiado desta colaboração, com a realização de estágios curriculares, quer com a ADBP, quer em empresas associadas. Estas experiências em contexto real têm contribuído para a inserção profissional dos alunos, permitindo-lhes aplicar conhecimentos técnicos e desenvolver competências transversais relevantes.
No domínio da dinamização urbana, a participação da ECL em eventos promovidos pela ADBP tem sido um pilar da parceria. Entre as iniciativas mais marcantes destacam-se o Rossio Xmas Market, onde os alunos colaboram na decoração e promoção do espaço através da realização das montras da Praça D. Pedro IV pelos alunos do Curso de Técnico de Vitrinismo e Visual Merchandising, os alunos de Restaurante-Bar auxiliam ao corte e distribuição do bolo e onde a ECL tem presença diária com um stand; o Dia da Mãe é igualmente um momento especial em que os alunos da ECL distribuem flores durante dois dias aos associados e transeuntes da Baixa, promovendo a humanização do espaço urbano e incentivando o comércio local. Paralelamente, a ECL está também presente como parceiro no Mercado de Primavera ou no Rossio Fashion Day. Estas experiências não só colocam os alunos em contacto com o pulsar da cidade, como fortalecem a sua preparação para os desafios profissionais.
Adicionalmente, os associados da ADBP têm também acesso privilegiado a acções de Formação Modular Certificada gratuitas promovidas pela ECL, possibilitando a actualização de competências técnicas e comportamentais em resposta às transformações do mercado e às novas exigências do consumidor.
A relação entre a ECL e a ADBP é hoje um exemplo de articulação eficaz entre educação, território e economia, assente em objectivos comuns: promover a qualificação, revitalizar o comércio urbano e preparar as novas gerações para um futuro profissional ativo, consciente e comprometido.
8. De que forma essa parceria contribui para os objetivos da escola, nomeadamente na formação prática dos alunos e no apoio ao comércio tradicional?
A parceria contribui para consolidar a formação prática dos alunos e fortalece a articulação entre saberes académicos e competências do mundo do trabalho. Para o comércio tradicional, representa um apoio criativo, jovem e técnico que contribui para a renovação da sua imagem e para a dinamização de espaços emblemáticos da cidade, promovendo a atratividade e dinamismo do comércio.
9. Como têm os alunos participado nestes projectos e que impacto essas experiências têm no seu percurso formativo?
Os alunos participam de forma activa e comprometida, com o apoio dos formadores, e assumem papéis que vão da conceção à execução dos projetos. Estas experiências fortalecem a autonomia, a criatividade e o sentido de responsabilidade, valorizando os seus portefólios e aumentando a sua empregabilidade. Muitos destes projectos servem ainda de base para as suas Provas de Aptidão Profissional.
10. Que visão tem a ECL para o futuro do comércio de Lisboa, especialmente da Baixa-Chiado e que papel poderá ter aqui a ADBP?
A ECL acredita num futuro do comércio de Lisboa cada vez mais digitalizado, sustentável, inovador e experiencial. Na Baixa-Chiado, um território com forte valor histórico e simbólico, o comércio poderá reinventar-se pela fusão entre tradição e inovação — aliando o atendimento personalizado à incorporação de soluções digitais e tecnológicas.
Neste cenário, a ADBP tem um papel essencial: articular comerciantes, escolas e entidades públicas para promover a valorização do comércio local, através de projectos de inovação, dinamização urbana e formação contínua. A ECL vê nesta parceria um pilar para desenvolver ações que mantenham a Baixa viva, atractiva e competitiva, integrando os seus alunos em processos de transformação que unem o saber fazer tradicional com as ferramentas do futuro.
Adicionalmente, com a criação dos Centros Tecnológicos Especializados (CTE) — nas áreas Industrial, Informática e Digital — a ECL pretende contribuir ativamente para o futuro do comércio da Baixa. Estes centros, ou o ECLLXHub, vai promover projectos inovadores que integram alunos, empresas e comerciantes locais, estimulando a modernização e digitalização do setor, bem como o surgimento de soluções criativas de resposta às exigências do turismo e do consumidor contemporâneo.
11. E nesse contexto, quais serão os próximos desafios e metas da Escola para reforçar a sua ligação à Baixa Pombalina e às dinâmicas da cidade?
Os próximos desafios da ECL passam por aprofundar a presença activa no território da Baixa, respondendo de forma eficaz às suas dinâmicas sociais, económicas e culturais. A escola ambiciona envolver os seus alunos em mais projetos em contexto real com os comerciantes da zona, cocriando soluções para a animação do espaço público, design de montras, experiências de compra e estratégias digitais.
Neste esforço, os CTE assumem um papel determinante: ao abrirem as suas portas não só aos alunos e parceiros, mas também a profissionais, empreendedores e empresas da cidade, serão espaços de formação, experimentação e incubação de novas ideias. A escola prevê utilizar o ECLLXHub para apoiar o comércio tradicional com oficinas de prototipagem, formação em ferramentas digitais, branding, marketing territorial e experiências imersivas que possam ser aplicadas em lojas físicas da Baixa-Chiado e da comunidade em geral.
Com salas equipadas para videoconferência e colaboração internacional, a ECL também tenciona colocar Lisboa — e particularmente a Baixa — em diálogo com boas práticas internacionais, reforçando a capacidade dos seus alunos e da comunidade para competir e inovar globalmente. A meta é clara: ser um motor de valorização do comércio urbano, formando profissionais com competências técnicas e visão estratégica, mas também com consciência social e compromisso com o território.
1. Quais são na perspectiva da ECL os maiores desafios que o sector do comércio enfrenta atualmente, sobretudo na Baixa de Lisboa?
A Escola de Comércio de Lisboa identifica diversos desafios críticos para o sector do comércio na Baixa de Lisboa, uma zona emblemática da cidade. Entre eles, destaca-se a necessidade de adaptação à era digital, com a crescente concorrência do comércio eletrónico, e à transformação dos hábitos de consumo, mais exigentes e conscientes, a necessidade de requalificação da mão de obra, a captação de talento jovem e a revitalização do comércio tradicional.
No entanto, estes desafios exigem também uma resposta mais ampla e estratégica. Um dos principais focos é a necessidade de garantir um equilíbrio territorial e comercial, promovendo um mix comercial interessante, atractivo e diversificado, mas que evite fenómenos de descaracterização e homogeneização da Baixa. A preservação da identidade comercial e histórica da zona é fundamental para manter a sua autenticidade e o vínculo com a comunidade.
A ECL defende a articulação entre inovação, património e identidade, promovendo uma vivência urbana que aproxime o comerciante e o consumidor, com base numa relação enraizada na história, na identidade cultural e na experiência local. Isso passa, por exemplo, por valorizar o comércio tradicional, as lojas históricas, os ofícios urbanos e os serviços de proximidade, aliando-o à inovação tecnológica e às novas linguagens do retalho.
Além disso, são desafios estruturais a sustentabilidade ambiental e a economia circular, com uma crescente exigência para que o sector reduza o desperdício, adopte práticas mais verdes e promova o consumo responsável. Também a segurança e a higiene urbana são essenciais para manter a atractividade da Baixa como centro comercial a céu aberto, reforçando a confiança dos residentes, turistas e profissionais que nela circulam diariamente.
A ECL acredita que só através de uma abordagem integrada e colaborativa, envolvendo escolas, empresas, entidades públicas e associações como a ADBP, será possível ultrapassar estes desafios e garantir que a Baixa continue a ser um espaço comercial vivo, sustentável e com identidade.
2. Como é que a ECL se posiciona face a estes desafios no que se refere à sua oferta formativa e quais as áreas em que mais tem investido ? Têm surgido novas especializações como resposta a novas tendências do mercado?
A ECL tem apostado fortemente em áreas como o digital e as tecnologias emergentes e prova disso são as candidaturas aprovadas no âmbito do Plano de Recuperação e Resiliência - PRR a 3 Centros Tecnológicos Especializados (CTE Digital, CTE Industrial e CTE Informática), em mais de 4 milhões de euros e que possibilitará dotar a escola com tecnologia de ponta, incluindo robótica, inteligência artificial, impressão 3D, produção gráfica e laboratórios de prototipagem, proporcionando uma aprendizagem prática e imersiva. Além disso, todas as salas de aula estarão dotadas de sistemas de videoconferência, permitindo a colaboração com parceiros de referência em países como Finlândia, Dinamarca, Noruega, Itália, Espanha, Turquia, Grécia, Holanda, Islândia e até mesmo Japão, reforçando a preparação dos alunos para um mercado de trabalho global e altamente digitalizado.
Paralelamente, a ECL, enquanto escola profissional de dupla certificação, 12.º ano e nível 4 do Quadro Europeu de Qualificações, nas áreas de Comércio, Serviços, Restauração, Hotelaria e Informática, participou na recente revisão da ANQEP – Agência Nacional para a Qualificação e Ensino Profissional, do Catálogo Nacional de Qualificações, criando e/ou revendo cursos com base nas preocupações já enunciadas, nomeadamente de nível 5, como o Técnico Especialista em E-Commerce, o Técnico Especialista em Comércio Internacional, o Técnico Especialista em Marketing Digital, o Técnico Especialista em Organização de Eventos e Relações-Públicas, ou de nível 4, como o Técnico de Comércio, Técnico de Vendas e Marketing, o Técnico de Visual Merchandising, ou o Técnico de Comunicação – Marketing, Relações-Públicas e Publicidade, entre outros.
A ECL aposta, igualmente, no desenvolvimento de soft skills fundamentais, nomeadamente através do seu Plano de Inovação, que espelha 5 “C”, através de metodologias ativas e de projectos com a comunidade e empresas parceiras, para que o aluno se torne comprometido, consciente, competente, criativo e colaborativo.
Através da Formação Modular Certificada e do Centro Qualifica, tem vindo, igualmente, a ajustar a sua oferta às necessidades emergentes do mercado de trabalho, promovendo percursos flexíveis e de curta duração com foco na empregabilidade e na inovação.
3. Como é feita a captação de alunos para esta área especificamente?
A captação é feita através de múltiplos canais: visitas a escolas, presença em feiras de educação e eventos como o Dia Aberto, com workshops e minicursos ou a Aula Inaugural. A ECL promove também campanhas digitais, conteúdos nas redes sociais e acções de fidelização. Destaca-se ainda a actuação do Departamento de Gestão de Talento e a forte rede de parcerias com empresas e associações, como a ADBP, que ajudam a dar visibilidade à escola e à sua oferta formativa. No entanto, a primordial fonte de captação de alunos é mesmo o “passa palavra”, pois os nossos alunos e os seus Encarregados de Educação veem na Escola de Comércio de Lisboa uma escola de qualidade, que proporciona oportunidades únicas através de mais de 100 mobilidades internacionais Erasmus+ por ano, de formações em contexto de trabalho de 6 semanas todos os anos, de aprendizagens em contexto real, de laboratórios pedagógicos e empresas de treino na escola (uma por curso) e de inúmeras parcerias, nomeadamente com entidades internacionais, como a OCDE. Todas estas aprendizagens e oportunidades revestem a formação da ECL de uma qualidade tal, que possibilita aos seus alunos o prosseguimento de estudos ou a inserção imediata no mercado de trabalho.
4. Que percepção têm os jovens sobre as oportunidades, mas também desafios no setor?
De forma geral, os jovens reconhecem que o sector do comércio continua a oferecer múltiplas oportunidades de emprego, com possibilidade de progressão e mobilidade, e valorizam o seu carácter dinâmico, relacional e prático. Veem-no como um sector onde podem ganhar experiência profissional relevante, desenvolver competências de comunicação, atendimento ao cliente, marketing e vendas, mas acima de tudo, uma componente muito relacional e de proximidade, que lhes agrada e que aprimoram ao longo da sua formação na ECL.
Contudo, identificam desafios como a exigência crescente de competências digitais, o ritmo acelerado da transformação no retalho e a necessidade de se diferenciarem pela criatividade e inovação. A ECL trabalha estas dimensões com os alunos, incentivando uma postura proativa, empreendedora e criativa, no sentido da resolução de problemas.
5. E do lado da oferta, quais são as funções/vagas que o comércio mais procura preencher?
Funções como técnicos de comércio, gestores de negócio e de ponto de venda, especialistas em visual merchandising, técnicos de vendas digitais, promotores de eventos, recepcionistas e profissionais com competências em línguas e tecnologias são muito procuradas. A ECL prepara os seus alunos especificamente para estas funções, através de estágios nacionais e internacionais e formações adaptadas às exigências do setor.
6. Como surgiu a colaboração com a ADBP e que importância tem essa parceria no contexto da dinamização da Baixa Pombalina?
A parceria com a ADBP surgiu naturalmente da missão partilhada de revitalizar o comércio tradicional há quase três décadas, especificamente através da ação do Dia da Mãe. A ECL valoriza esta colaboração como um exemplo de ligação virtuosa entre escola e território, permitindo aplicar na prática os conhecimentos adquiridos em sala de aula, proporcionar aos nossos alunos novas aprendizagens em contexto real e contribuir para a animação e valorização do centro histórico de Lisboa. Esta parceria tem sido fundamental para o fortalecimento da formação profissional no sector do comércio e serviços, consolidando-se através de diversas iniciativas estratégicas que beneficiam tanto os alunos como o setor empresarial.
7. Que tipos de projetos ou iniciativas têm sido desenvolvidos em conjunto com a ADBP? Há algum que se destaque particularmente?
A colaboração entre a Escola de Comércio de Lisboa (ECL) e a Associação de Dinamização da Baixa Pombalina (ADBP) tem-se afirmado como uma parceria sólida e frutuosa na promoção do comércio urbano e na valorização da formação profissional em Lisboa.
Ao longo dos anos, esta ligação tem sido reforçada através da presença activa da ADBP em órgãos estratégicos da ECL, como o Conselho Consultivo ou o Fórum de Empresários, o que permite à escola manter um alinhamento constante com as necessidades reais do sector. Este canal de comunicação directo contribui decisivamente para a atualização curricular e para a pertinência da formação ministrada.
A associação tem, também, um papel simbólico e institucional na vida escolar da ECL, com destaque à insígnia da associação exposta entre os parceiros estratégicos na entrada da escola. Esta visibilidade reflecte uma relação de confiança mútua e reforça o papel da ADBP como agente dinâmico no território.
No plano das actividades concretas, a parceria tem permitido o contacto com especialistas ligados ao comércio e à regeneração urbana. Um aspecto particularmente valorizado é a atribuição anual de um prémio de mérito pela ADBP a alunos distinguidos pelos seus projectos ou desempenho académico na área do comércio e serviços, incentivando a excelência e o reconhecimento público do esforço e talento dos jovens.
Também a componente de formação prática se tem beneficiado desta colaboração, com a realização de estágios curriculares, quer com a ADBP, quer em empresas associadas. Estas experiências em contexto real têm contribuído para a inserção profissional dos alunos, permitindo-lhes aplicar conhecimentos técnicos e desenvolver competências transversais relevantes.
No domínio da dinamização urbana, a participação da ECL em eventos promovidos pela ADBP tem sido um pilar da parceria. Entre as iniciativas mais marcantes destacam-se o Rossio Xmas Market, onde os alunos colaboram na decoração e promoção do espaço através da realização das montras da Praça D. Pedro IV pelos alunos do Curso de Técnico de Vitrinismo e Visual Merchandising, os alunos de Restaurante-Bar auxiliam ao corte e distribuição do bolo e onde a ECL tem presença diária com um stand; o Dia da Mãe é igualmente um momento especial em que os alunos da ECL distribuem flores durante dois dias aos associados e transeuntes da Baixa, promovendo a humanização do espaço urbano e incentivando o comércio local. Paralelamente, a ECL está também presente como parceiro no Mercado de Primavera ou no Rossio Fashion Day. Estas experiências não só colocam os alunos em contacto com o pulsar da cidade, como fortalecem a sua preparação para os desafios profissionais.
Adicionalmente, os associados da ADBP têm também acesso privilegiado a acções de Formação Modular Certificada gratuitas promovidas pela ECL, possibilitando a actualização de competências técnicas e comportamentais em resposta às transformações do mercado e às novas exigências do consumidor.
A relação entre a ECL e a ADBP é hoje um exemplo de articulação eficaz entre educação, território e economia, assente em objectivos comuns: promover a qualificação, revitalizar o comércio urbano e preparar as novas gerações para um futuro profissional ativo, consciente e comprometido.
8. De que forma essa parceria contribui para os objetivos da escola, nomeadamente na formação prática dos alunos e no apoio ao comércio tradicional?
A parceria contribui para consolidar a formação prática dos alunos e fortalece a articulação entre saberes académicos e competências do mundo do trabalho. Para o comércio tradicional, representa um apoio criativo, jovem e técnico que contribui para a renovação da sua imagem e para a dinamização de espaços emblemáticos da cidade, promovendo a atratividade e dinamismo do comércio.
9. Como têm os alunos participado nestes projectos e que impacto essas experiências têm no seu percurso formativo?
Os alunos participam de forma activa e comprometida, com o apoio dos formadores, e assumem papéis que vão da conceção à execução dos projetos. Estas experiências fortalecem a autonomia, a criatividade e o sentido de responsabilidade, valorizando os seus portefólios e aumentando a sua empregabilidade. Muitos destes projectos servem ainda de base para as suas Provas de Aptidão Profissional.
10. Que visão tem a ECL para o futuro do comércio de Lisboa, especialmente da Baixa-Chiado e que papel poderá ter aqui a ADBP?
A ECL acredita num futuro do comércio de Lisboa cada vez mais digitalizado, sustentável, inovador e experiencial. Na Baixa-Chiado, um território com forte valor histórico e simbólico, o comércio poderá reinventar-se pela fusão entre tradição e inovação — aliando o atendimento personalizado à incorporação de soluções digitais e tecnológicas.
Neste cenário, a ADBP tem um papel essencial: articular comerciantes, escolas e entidades públicas para promover a valorização do comércio local, através de projectos de inovação, dinamização urbana e formação contínua. A ECL vê nesta parceria um pilar para desenvolver ações que mantenham a Baixa viva, atractiva e competitiva, integrando os seus alunos em processos de transformação que unem o saber fazer tradicional com as ferramentas do futuro.
Adicionalmente, com a criação dos Centros Tecnológicos Especializados (CTE) — nas áreas Industrial, Informática e Digital — a ECL pretende contribuir ativamente para o futuro do comércio da Baixa. Estes centros, ou o ECLLXHub, vai promover projectos inovadores que integram alunos, empresas e comerciantes locais, estimulando a modernização e digitalização do setor, bem como o surgimento de soluções criativas de resposta às exigências do turismo e do consumidor contemporâneo.
11. E nesse contexto, quais serão os próximos desafios e metas da Escola para reforçar a sua ligação à Baixa Pombalina e às dinâmicas da cidade?
Os próximos desafios da ECL passam por aprofundar a presença activa no território da Baixa, respondendo de forma eficaz às suas dinâmicas sociais, económicas e culturais. A escola ambiciona envolver os seus alunos em mais projetos em contexto real com os comerciantes da zona, cocriando soluções para a animação do espaço público, design de montras, experiências de compra e estratégias digitais.
Neste esforço, os CTE assumem um papel determinante: ao abrirem as suas portas não só aos alunos e parceiros, mas também a profissionais, empreendedores e empresas da cidade, serão espaços de formação, experimentação e incubação de novas ideias. A escola prevê utilizar o ECLLXHub para apoiar o comércio tradicional com oficinas de prototipagem, formação em ferramentas digitais, branding, marketing territorial e experiências imersivas que possam ser aplicadas em lojas físicas da Baixa-Chiado e da comunidade em geral.
Com salas equipadas para videoconferência e colaboração internacional, a ECL também tenciona colocar Lisboa — e particularmente a Baixa — em diálogo com boas práticas internacionais, reforçando a capacidade dos seus alunos e da comunidade para competir e inovar globalmente. A meta é clara: ser um motor de valorização do comércio urbano, formando profissionais com competências técnicas e visão estratégica, mas também com consciência social e compromisso com o território.
Dia da Mãe 2025 – Flores e Emoção na Baixa-Chiado |
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Flores, sorrisos e muita animação marcaram a celebração especial do Dia da Mãe, promovida pela ADBP, no passado dia 3 de Maio. Uma homenagem a todas as mães, com a participação especial de Micaela e Débora Monteiro, que trouxeram ainda mais brilho ao momento ao som da banda Original Bandalheira. Uma iniciativa simbólica que uniu gerações, celebrou o amor e apoiou o comércio local.
Ao longo do dia, a Baixa-Chiado encheu-se de cor, alegria e emoção, num ambiente verdadeiramente contagiante que juntou o comércio, turistas e moradores por uma causa tão simbólica para a actividade da ADBP. A celebração contou também com a colaboração do Vereador Diogo Moura, cujo apoio foi essencial para a concretização desta iniciativa que tão bem espelhou o espírito vibrante que se pretende para a Baixa Pombalina. A ADBP expressa um sincero agradecimento a todos os que se associaram a esta iniciativa e que, com o seu entusiasmo e colaboração, tanto contribuíram para o sucesso deste evento. O vosso envolvimento foi fundamental para transformar esta celebração num verdadeiro momento de união e valorização do nosso comércio local. |
BAIXA-CHIADO CELEBRA O DIA DO PAI COM CONCERTO ITINERANTE
COM O FADISTA ANTÓNIO PINTO BASTO E FILHO GUSTAVO
Entrevista Provedor dos Animais de Lisboa
“A comunicação e divulgação da campanha No Money, But Love terá um alcance muito maior graças ao papel das Associações como a ADBP”
O aumento das denúncias sobre a instrumentalização de animais de companhia por pessoas que recorrem à mendicidade, em particular na Baixa-Chiado, levaram ao desenvolvimento da campanha de alerta e sensibilização “No Money, But Love”. Os objectivos desta iniciativa e o papel do comércio na sua divulgação foram os principais temas da entrevista a Pedro Emanuel Paiva, Provedor Municipal dos Animais de Lisboa.
Em que consiste a companha e o que se propõe alcançar?
A iniciativa “Campanha de Alerta para a Exploração de Animais na Mendicidade – No Money, But Love” a decorrer entre 29 de Julho e 31 de Agosto, tem como objectivo a sensibilização, mitigação e a prevenção de um fenómeno indesejado na cidade de Lisboa e que põe em causa o bem-estar das pessoas, dos animais e da imagem da capital. No fundo, o que se pretende é sensibilizar os munícipes e todos aqueles que visitam a nossa cidade sobre a importância dos animais de companhia para as pessoas em situação de sem-abrigo, bem como alertar para o recurso destes mesmos animais para a obtenção de esmola, monitorizando este fenómeno de forma a contribuir para a implementação de medidas que possam mitigar esta prática, salvaguardando sempre as soluções necessárias para assegurar o bem-estar dos mesmos e canalizar os seus tutores para as respostas de apoio e acção social existentes. A campanha tem a colaboração da Câmara Municipal de Lisboa, Policia de Segurança Pública, Metro de Lisboa, Turismo de Lisboa, União de Associação de Comércio e Serviços, Associação de Dinamização da Baixa Pombalina, Associação de Comerciantes do Bairro Alto, Teatro Tivoli BBVA e a Liga Portuguesa dos Direitos do Animal.
O que esteve na origem desta campanha?
Acima de tudo, o aumento de 500% das denúncias sobre a instrumentalização de animais de companhia por pessoas que recorrem à mendicidade, registadas no primeiro semestre de 2024, em relação ao período homólogo de 2023. Este aumento significativo poderá ter várias interpretações, desde logo, ser uma consequência da criação da plataforma de denúncias “Botão de Socorro” que antes não existia, assim como ter origem numa dimensão social em que as pessoas estão mais sensíveis para as questões da protecção e bem-estar animal. Mas não podemos deixar de olhar para este panorama como um flagelo social porque, em muitos casos a, s Pessoas em Situação de Sem Abrigo (PSSA) quando não veem o seu animal incluído na resposta social apresentada, recusam-na com frequência e mantêm-se na rua. Neste contexto, torna-se urgente contemplar também o animal numa solução conjunta com o seu responsável. De realçar que os animais à guarda destas pessoas são muitas vezes a sua única companhia, a única forma de combater a solidão e vulnerabilidade em que se encontram. Estas evidências têm desencadeado várias iniciativas da Provedoria Municipal dos Animais de Lisboa em articulação com vários Órgãos Municipais da Câmara Municipal de Lisboa.
Porquê a escolha desta data para a campanha?
As denúncias que chegam à Provedoria Municipal dos Animais de Lisboa têm origem tanto em comerciantes como em alguns turistas, por essa razão a campanha decorre entre 29 de Julho e 31 de Agosto, período no qual se regista maior fluxo de pessoas na capital, e pela importância de alertar, sobretudo os turistas, que a Câmara Municipal de Lisboa está a monitorizar e tem soluções para responder às necessidades quer das pessoas, quer dos animais. Facto que justifica a campanha ser bilingue (Português e Inglês) e o próprio “Botão de Socorro” também já estar disponível nas duas línguas.
A Baixa-Chiado, em relação a outras zonas de Lisboa, merece uma atenção especial?
Sim, porque desde que criámos o “Botão de Socorro” começámos a receber mais denúncias por parte de munícipes, comerciantes e, inclusive alguns turistas como referi, então percebemos que existe uma maior incidência na Baixa Pombalina visto que 90% das denúncias recolhidas, ao longo destes 6 meses, são direccionadas para a presença de animais na mendicidade nesta zona de Lisboa.
Que papel têm as parcerias com as Associações de Comerciantes, nomeadamente com a ADBP no âmbito desta campanha?
O envolvimento do comércio local tem feito parte deste caminho de denúncias como já tive oportunidade de referir, e portanto a parceria com a ADBP, bem como com outras Associações, para nós faz todo o sentido para que, em sinergia, consigamos ter um maior alcance em relação à sensibilização deste fenómeno. Para o efeito foram desenvolvidos vários materiais de divulgação da campanha, quer offline (folhetos informativos, marcadores de livros, etc), quer digitais (cartazes digitais, banners, etc) com o intuito de serem disponibilizados ao comércio local com o apoio da ADBP para que os possam divulgar nos seus próprios canais de comunicação, seja em loja, seja nas redes sociais das lojas e da própria Associação da Baixa Pombalina.
Iniciativa que já deu frutos tendo sido realizada uma acção de sensibilização de rua, em colaboração com a ADBP, no passado dia 31 de Julho. Que balanço faz desta iniciativa?
Um balanço muito positivo. A percepção do flagelo por parte dos comerciantes da Baixa-Chiado já era uma realidade, ainda assim, era do seu desconhecimento as respostas que o município tem, bem como até a própria figura do Provedor Municipal dos Animais de Lisboa que, de certa maneira, acaba por fazer a ponte para essas respostas. Podermos ter contado com esta sinergia com a ADBP permitiu-nos criar aqui uma proximidade com o comércio local de forma a fazê-los sentir que este fenómeno é, de facto, uma preocupação e que nós estamos à procura de respostas permanentes para o mitigar.
O aumento das denúncias sobre a instrumentalização de animais de companhia por pessoas que recorrem à mendicidade, em particular na Baixa-Chiado, levaram ao desenvolvimento da campanha de alerta e sensibilização “No Money, But Love”. Os objectivos desta iniciativa e o papel do comércio na sua divulgação foram os principais temas da entrevista a Pedro Emanuel Paiva, Provedor Municipal dos Animais de Lisboa.
Em que consiste a companha e o que se propõe alcançar?
A iniciativa “Campanha de Alerta para a Exploração de Animais na Mendicidade – No Money, But Love” a decorrer entre 29 de Julho e 31 de Agosto, tem como objectivo a sensibilização, mitigação e a prevenção de um fenómeno indesejado na cidade de Lisboa e que põe em causa o bem-estar das pessoas, dos animais e da imagem da capital. No fundo, o que se pretende é sensibilizar os munícipes e todos aqueles que visitam a nossa cidade sobre a importância dos animais de companhia para as pessoas em situação de sem-abrigo, bem como alertar para o recurso destes mesmos animais para a obtenção de esmola, monitorizando este fenómeno de forma a contribuir para a implementação de medidas que possam mitigar esta prática, salvaguardando sempre as soluções necessárias para assegurar o bem-estar dos mesmos e canalizar os seus tutores para as respostas de apoio e acção social existentes. A campanha tem a colaboração da Câmara Municipal de Lisboa, Policia de Segurança Pública, Metro de Lisboa, Turismo de Lisboa, União de Associação de Comércio e Serviços, Associação de Dinamização da Baixa Pombalina, Associação de Comerciantes do Bairro Alto, Teatro Tivoli BBVA e a Liga Portuguesa dos Direitos do Animal.
O que esteve na origem desta campanha?
Acima de tudo, o aumento de 500% das denúncias sobre a instrumentalização de animais de companhia por pessoas que recorrem à mendicidade, registadas no primeiro semestre de 2024, em relação ao período homólogo de 2023. Este aumento significativo poderá ter várias interpretações, desde logo, ser uma consequência da criação da plataforma de denúncias “Botão de Socorro” que antes não existia, assim como ter origem numa dimensão social em que as pessoas estão mais sensíveis para as questões da protecção e bem-estar animal. Mas não podemos deixar de olhar para este panorama como um flagelo social porque, em muitos casos a, s Pessoas em Situação de Sem Abrigo (PSSA) quando não veem o seu animal incluído na resposta social apresentada, recusam-na com frequência e mantêm-se na rua. Neste contexto, torna-se urgente contemplar também o animal numa solução conjunta com o seu responsável. De realçar que os animais à guarda destas pessoas são muitas vezes a sua única companhia, a única forma de combater a solidão e vulnerabilidade em que se encontram. Estas evidências têm desencadeado várias iniciativas da Provedoria Municipal dos Animais de Lisboa em articulação com vários Órgãos Municipais da Câmara Municipal de Lisboa.
Porquê a escolha desta data para a campanha?
As denúncias que chegam à Provedoria Municipal dos Animais de Lisboa têm origem tanto em comerciantes como em alguns turistas, por essa razão a campanha decorre entre 29 de Julho e 31 de Agosto, período no qual se regista maior fluxo de pessoas na capital, e pela importância de alertar, sobretudo os turistas, que a Câmara Municipal de Lisboa está a monitorizar e tem soluções para responder às necessidades quer das pessoas, quer dos animais. Facto que justifica a campanha ser bilingue (Português e Inglês) e o próprio “Botão de Socorro” também já estar disponível nas duas línguas.
A Baixa-Chiado, em relação a outras zonas de Lisboa, merece uma atenção especial?
Sim, porque desde que criámos o “Botão de Socorro” começámos a receber mais denúncias por parte de munícipes, comerciantes e, inclusive alguns turistas como referi, então percebemos que existe uma maior incidência na Baixa Pombalina visto que 90% das denúncias recolhidas, ao longo destes 6 meses, são direccionadas para a presença de animais na mendicidade nesta zona de Lisboa.
Que papel têm as parcerias com as Associações de Comerciantes, nomeadamente com a ADBP no âmbito desta campanha?
O envolvimento do comércio local tem feito parte deste caminho de denúncias como já tive oportunidade de referir, e portanto a parceria com a ADBP, bem como com outras Associações, para nós faz todo o sentido para que, em sinergia, consigamos ter um maior alcance em relação à sensibilização deste fenómeno. Para o efeito foram desenvolvidos vários materiais de divulgação da campanha, quer offline (folhetos informativos, marcadores de livros, etc), quer digitais (cartazes digitais, banners, etc) com o intuito de serem disponibilizados ao comércio local com o apoio da ADBP para que os possam divulgar nos seus próprios canais de comunicação, seja em loja, seja nas redes sociais das lojas e da própria Associação da Baixa Pombalina.
Iniciativa que já deu frutos tendo sido realizada uma acção de sensibilização de rua, em colaboração com a ADBP, no passado dia 31 de Julho. Que balanço faz desta iniciativa?
Um balanço muito positivo. A percepção do flagelo por parte dos comerciantes da Baixa-Chiado já era uma realidade, ainda assim, era do seu desconhecimento as respostas que o município tem, bem como até a própria figura do Provedor Municipal dos Animais de Lisboa que, de certa maneira, acaba por fazer a ponte para essas respostas. Podermos ter contado com esta sinergia com a ADBP permitiu-nos criar aqui uma proximidade com o comércio local de forma a fazê-los sentir que este fenómeno é, de facto, uma preocupação e que nós estamos à procura de respostas permanentes para o mitigar.
DIA DA MÃE NA BAIXA-CHIADO
Dia de Reis
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Fonte: SIC Notícias
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Os desafios no domínio da segurança pública que impactam directamente a actividade dos comerciantes e empresários da Baixa-Chiado e a resposta eficaz que exigem, foram os temas dominantes da entrevista com o Intendente Manuel Gonçalves, Comandante da 1.ª Divisão da PSP do Comando Metropolitano de Lisboa que actua no território da Baixa-Chiado Leia a entrevista na íntegra aqui |
Entrevista:
Intendente Manuel Gonçalves – Comandante da 1ª Divisão da PSP
Comando Metropolitano de Lisboa
“A estratégia passa por estarmos presentes
sempre que exista a necessidade de intervir"
O jornal Expresso acaba de publicar uma reportagem acerca do atual estado da Baixa de Lisboa, tratando-se de uma autêntica radiografia da mesma.
"Baixa de Lisboa: liquidação total
É a grande montra de Portugal para os milhões de turistas que cá chegam, mas tem 121 lojas fechadas. Os prédios devolutos transformam-se em hotéis e o comércio resume-se a restaurantes e venda de lembranças. Radiografia do Expresso às ruas da Baixa Pombalina, candidata a Património Imaterial da Humanidade"
https://multimedia.expresso.pt/baixadelisboa/#group-section-Veja-O-Documentario-WCf5I4XtUM
"Baixa de Lisboa: liquidação total
É a grande montra de Portugal para os milhões de turistas que cá chegam, mas tem 121 lojas fechadas. Os prédios devolutos transformam-se em hotéis e o comércio resume-se a restaurantes e venda de lembranças. Radiografia do Expresso às ruas da Baixa Pombalina, candidata a Património Imaterial da Humanidade"
https://multimedia.expresso.pt/baixadelisboa/#group-section-Veja-O-Documentario-WCf5I4XtUM
Baixa de Lisboa: LIQUIDAÇÃO TOTAL
IN EXPRESSO, 13 JUL 2023
DIA DA MÃE CELEBRADO
NA BAIXA POMBALINA
A ADBP NA CASA FELIZ (SIC)
A BAIXA DE LISBOA DE OUTRORA MOSTRADA AOS VISITANTES
Veja as fotografias da inauguração da Exposição Fotográfica.
VIAJE NO NOSSO COMBOIO DE NATAL!
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O futuro do antigo “Rossio Pombalino”
O emblemático quarteirão do Rossio, que em tempos foi morada da célebre pastelaria Suíça, vai ser reabilitado e transformado num grande espaço comercial e de serviços. A personalidade do estilo pombalino será devolvida aos degradados edifícios centenários, que recuperam a história e o espírito da Baixa Pombalina. Em fevereiro de 2018, este conjunto de quatro edifícios localizados na Praça Dom Pedro IV, no Rossio, foi comprado por 62 milhões de euros pela espanhola Mabel Capital, em parceria com o fundo britânico Jackyl e o multimilionário Harald McPike. No total são mais de 12.000 metros quadrados que, durante anos, albergaram muitas casas históricas da Baixa. A emblemática mercearia de chás e cafés – Pérola do Rossio – irá continuar no ativo e manter a sua fachada original, para que os traços genuínos tão característicos da Baixa não se percam. Abandonada a ideia de uma componente hoteleira ou residencial, Patrícia Rodrigues, responsável pela promoção do projeto, esclarece: “Entendemos, após uma cuidadosa avaliação, que o que fazia sentido para poder viabilizar o projeto e o investimento avultado requerido para a intervenção era assumir essa valência comercial do quarteirão”. Visão que a ADBP partilha e acredita que será um investimento com retorno para um local histórico como a Baixa. A cargo da Contacto Atlântico Arquitectos, a reabilitação do edifício é um projeto que contou com o total apoio da ADBP, que procurou sensibilizar junto da Câmara Municipal de Lisboa, pela importância que este edifício terá em trazer uma nova vida à Baixa e ao Rossio, fundamental para a dinamização desta zona de Lisboa. A obra deverá estar concluída em meados de 2023 e o quarteirão terá o nome de “Rossio Pombalino”. + info sobre o projeto: https://contactoatlantico.com/pt-pt/mies_portfolio/quarteirao-do-rossio/ O Dia da Mãe está a chegar. E porque “nunca esquecemos as relações mais fortes” a ADBP está a preparar um programa muito especial para celebrar esta data, em família, na Baixa-Chiado que inclui oferta de estacionamento no Parque da Praça da Figueira. Flores, vouchers, visitas gratuitas a museus e teatros e muitas surpresas estão a ser preparadas para um dia inesquecível.
Comércio e cultura de portas abertas, esplanadas convidativas. A Baixa-Chiado reúne muitos e bons motivos para ser visitada e nos próximos dias 30 de abril (à tarde) e 1 de maio (período da manhã) terá muito mais. Ao longo da Rua Augusta, da Praça da Figueira e da Rua 1º de Dezembro, várias figuras públicas que se juntaram à iniciativa, em conjunto com os alunos da escola de comércio de Lisboa, estarão a distribuir flores a todas as mães que por lá passem. Mas há mais. A ADBP estabeleceu ainda parcerias com várias entidades culturais e lojistas, para que nesse dia entre campanhas, ofertas, animações de rua e outras iniciativas, as famílias vivam momentos inesquecíveis. As portas do emblemático Quartel do Carmo, assim como do Museu da GNR estarão abertas, para que todos possam conhecer e (re) lembrar o momento histórico e importante de que foi palco. A celebrar 175 anos, o Teatro Nacional Dona Maria II terá entrada gratuita e uma visita guiada aos seus bastidores incluída. A rota cultural passa ainda pelo recente Centro Interpretativo da História do Bacalhau com oferta de 50% de desconto na entrada. E para que não haja desculpas para participar da festa do Dia da Mãe, A Braga Parques junta-se a esta celebração da Baixa-Chiado com oferta de estacionamento no Parque da Praça da Figueira, nos seguintes horários: dia 30 de abril – das 15h às 18H e dia 1 de maio – das 10H às 13H. As ofertas poderão ser ativadas através de vouchers digitais nas redes sociais da Associação de Dinamização da Baixa Pombalina. https://www.facebook.com/nabaixaacontece https://www.instagram.com/nabaixaacontece/?hl=pt Fique atento ao programa, porque estamos a preparar ainda mais novidades! A invasão de prédios devolutos tem sido motivo de grande preocupação dos comerciantes e habitantes da Baixa. A ADBP tem veiculado junto das autoridades policiais e camarárias a insegurança que se sente nas ruas pombalinas que acolhem estes prédios “desocupados” e degradados, de forma que sejam tomadas medidas que evitem problemas mais sérios.
Com o início da crise sanitária provocada pela Covid-19 as ruas da Baixa ficaram vazias e sem o habitual movimento, o que trouxe de volta o problema de insegurança em algumas ruas desta zona histórica. Edifícios degradados são agora ocupados, particularmente na Rua dos Douradores, dos números 75 a 87, o que tem vindo a preocupar quem lá vive, passa ou trabalha. A ADBP, uma vez mais tem vindo a alertar as entidades competentes, mais precisamente a Polícia de Segurança Pública, o Presidente da Câmara Municipal Lisboa e o Vereador Miguel Gaspar e a Junta de Freguesia de Santa Maria Maior, no sentido de notificarem os respetivos proprietários para o perigo que representam estes ocupantes que chegam a fazer fogueiras no interior do edifício, procurando assim evitar problemas mais graves no futuro. |
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A ADBP continua empenhada e a trabalhar no sentido de sensibilizar todas as entidades competentes para a fragilidade que o comércio local vive na Baixa-Chiado! Apesar de alguns estabelecimentos terem tido permissão para abrir e a outros ter sido concedida a possibilidade de venda ao postigo, a verdade é que muitos optaram por não abrir porque esta zona da cidade continua sem visitantes.
Uma realidade que exige esforços articulados tendo em conta as especificidades da Baixa-Chiado, no plano económico, social, patrimonial e histórico e para a qual a ADBP, apesar de todas as contrariedades, tem canalizado todas as diligências para sensibilizar as entidades competentes a criar com carater urgente, apoios e medidas adicionais e alternativas eficazes para este comércio local. Fruto destas diligências, expressas numa Carta Aberta enviada ao primeiro-ministro e ao presidente da Câmara Municipal de Lisboa, a ADBP já reuniu com o Secretário de Estado do Comércio, Serviços e Defesa do Consumidor - João Torres – estando neste momento a aguardar um agendamento, para breve, de uma visita sua, para que possa testemunhar presencialmente as preocupações dos empresários. O mesmo apelo tem sido feito junto da Câmara Municipal de Lisboa, mais precisamente ao vereador Miguel Gaspar de quem a ADBP continua a aguardar resposta à Carta Aberta enviada. Com o desconfinamento no horizonte, também se aguarda o agendamento de uma visita do Presidente da República à Baixa-Chiado para testemunhar a dramática situação que se vive neste património vivo de Lisboa, onde a atividade comercial sempre foi o elemento dinamizador. |
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CQuando durante o primeiro confinamento a ADBP lançou uma plataforma de comércio online, para reunir, num só espaço digital, as lojas de comércio e serviços, situadas no território geográfico da Baixa e do Chiado, ditou aquela que se veio a confirmar uma tendência de consumo e a evolução digital dos negócios destes empresários.
Uma iniciativa candidata ao Prémio Nacional de Sustentabilidade 20 | 30 promovido pelo Jornal de Negócios e pela revista Sábado e que será divulgada com grande destaque, juntamente com os restantes candidatos, no próximo dia 8 de Abril - página dupla em edição especial dos dois meios. O sucesso reconhecido a esta plataforma levou a ADBP a organizar um Fórum para que as lojas e empresários aderentes possam partilhar a sua experiência e inspirar outros a juntarem-se a este projeto. Em breve será anunciada a data de realização do fórum |
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Com o intuito de sensibilizar para a fragilidade em que se encontra o comércio local na Baixa -Chiado e solicitar medidas adicionais que contribuam para a viabilidade económico-financeira das atividades estabelecidas nesta zona de Lisboa, a ADBP entregou uma Carta Aberta, dirigida ao Primeiro Ministro e ao Presidente da Câmara Municipal de Lisboa, que reuniu mais de 100 empresários e comerciantes.
A isenção de algumas Taxas Municipais ou outros protocolados pela Junta de Freguesia de Santa Maria Maior, até 2022, independentemente do volume de negócio de cada empresa, a redução da Taxa Social Única (TSU) e suspensão do Pagamento por Conta (PPC) no período de 2021 e 2022, o acesso gratuito a parques de estacionamento e a todos os equipamentos culturais da Baixa-Chiado, são algumas das medidas de apoio solicitadas pela ADBP na Carta Aberta dirigida ao Primeiro Ministro e ao Presidente da Câmara Municipal de Lisboa. A celeridade no acesso às candidaturas dos atuais apoios existentes bem como a criação de incentivos ao comércio após a reabertura do atual confinamento, completam a lista de medidas adicionais, que, de acordo com a ADBP, “a sua tomada se reveste de um caráter urgente para manter e salvaguardar os negócios ainda ativos”. No caso da Câmara Municipal de Lisboa a carta foi encaminhada para o Vereador da Mobilidade, Segurança, Economia e Inovação, Miguel Gaspar. Já a carta dirigida ao Primeiro Ministro, o tema foi remetido para a esfera da Secretaria de Estado da Economia, estando a ADBP a aguardar uma resposta de ambas as entidades. O conteúdo da Carta Aberta foi dado a conhecer também ao Presidente da República, a quem se endereçou um convite para visitar a Baixa Chiado aquando da reabertura dos estabelecimentos. Convite que se encontra a ser avaliado, segundo resposta enviada pelo Gabinete de Apoio à Presidência. Pelo papel relevante que a atividade comercial tem na Baixa de Lisboa, enquanto elemento dinamizador deste local de estórias e tradições, a ADBP difundiu a Carta Aberta junto da comunicação social para uma maior mobilização por esta causa que é a perda de património significativa que o desaparecimento deste comércio pode ter na nossa cidade. |
QUE FUTURO SE ESPERA
PARA O COMÉRCIO DA BAIXA-CHIADO?
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Estando a dinamização da Baixa-Chiado alavancada no turismo que a pandemia fez desaparecer, esta zona de Lisboa exige um plano estratégico de recuperação que terá de ir muito além das atuais medidas de apoio em vigor.
A dura realidade que se vive, quando os residentes são escassos e com um longo período de confinamento que obrigou ao encerramento dos estabelecimentos, torna difícil para muitos empresários manterem os seus negócios. Neste sentido a ADBP encontra-se em conversações com o Secretário de Estado do Comércio, Serviços e Defesa do Consumidor - João Torres - para uma visita à Baixa Chiado, após a reabertura dos espaços, para que em conjunto se possa avaliar e estudar novas abordagens tendo em conta as especificidades da Baixa Chiado, no plano económico, social, patrimonial e histórico. |
AUTORIZADO SISTEMA DE VIDEOVIGILÂNCIA
QUE GARANTE MAIOR SEGURANÇA NA BAIXA DE LISBOA
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O governo acaba de autorizar a instalação de um sistema de videovigilância, com 216 câmaras, na Baixa de Lisboa, que irá funcionar ininterruptamente, vinte e quatro horas por dia, em todos os dias da semana, de forma a garantir uma maior segurança na Baixa-Chiado. A ADBP congratula-se por esta decisão, um tema pelo qual se debateu no sentido de evitar os assaltos e a venda de louro, duas das situações mais recorrentes. O sistema de videovigilância abrange 16 zonas da cidade de Lisboa, designadamente a Praça do Comércio, Cais das Colunas, Praça D. Pedro IV, Praça dos Restauradores, Praça da Figueira, Rua Augusta, Rua Áurea, Rua da Prata, Rua dos Fanqueiros, Rua do Comércio e restantes transversais, Avenida Ribeira das Naus, Cais do Sodré, Santa Apolónia, Campo das Cebolas e Miradouro de Santa Catarina. Em comunicado, o Ministério da Administração Interna informa que o uso das câmaras segue as recomendações da Comissão de Proteção de Dados, nomeadamente garantindo os direitos de acesso e eliminação e o barramento dos locais privados, impedindo a visualização de portas, janelas e varandas. O sistema terá de funcionar "ininterruptamente" 24 horas por dia, todos os dias, e "sempre que se verifique uma situação de perigo concreto para a segurança de pessoas e bens é permitida a captação e gravação de som". A autorização para o funcionamento deste sistema de videovigilância é válida por um período de dois anos, a contar da data da sua ativação. + info: https://www.portugal.gov.pt/pt/gc22/comunicacao/comunicado?i=instalacao-e-utilizacao-de-sistema-de-videovigilancia-em-lisboa |
PROGRAMA DE APOIO #LISBOAPROTEGE
Programa de apoio ao comércio e restauração da Cidade de Lisboa - #LisboaProtege
De modo a apoiar os nossos comerciantes, informa-se que se encontram abertas as candidaturas ao fundo de apoio ao comércio e restauração da cidade de Lisboa, da autoria da Câmara Municipal de Lisboa.
Para candidaturas, consulte o seguinte link:
https://www.lisboa.pt/lisboaprotege
De modo a apoiar os nossos comerciantes, informa-se que se encontram abertas as candidaturas ao fundo de apoio ao comércio e restauração da cidade de Lisboa, da autoria da Câmara Municipal de Lisboa.
Para candidaturas, consulte o seguinte link:
https://www.lisboa.pt/lisboaprotege
FAÇAS AS SUAS COMPRAS DE NATAL NA BAIXA.
GABINETE DE APOIO JURÍDICO
De forma a apoiar os seus associados a Associação de Dinamização da Baixa Pombalina – ADBP, constituiu um Gabinete de Apoio Jurídico.
Este gabinete vai estar disponível a partir de Julho, de forma gratuita, mediante agendamento, para esclarecer todas as questões que os associados tenham, relativas ao lay-off, rendas, entre outras.
Atendimento terças-feiras das 18h às 20h.
+Info e agendamento: 213 421 686
Este gabinete vai estar disponível a partir de Julho, de forma gratuita, mediante agendamento, para esclarecer todas as questões que os associados tenham, relativas ao lay-off, rendas, entre outras.
Atendimento terças-feiras das 18h às 20h.
+Info e agendamento: 213 421 686
Estabelecimentos abertos ao público decorrentes do estado de emergência FAQ’s
(atualizadas de acordo com o Decreto 2-B/2020, de 2 de abril que prorroga o estado de emergência)
Descarregue em:
https://www.iapmei.pt/Paginas/COVID-DOCS/Estado-de-emergencia-estabelecimentos-abertos-ao-p.aspx
(atualizadas de acordo com o Decreto 2-B/2020, de 2 de abril que prorroga o estado de emergência)
Descarregue em:
https://www.iapmei.pt/Paginas/COVID-DOCS/Estado-de-emergencia-estabelecimentos-abertos-ao-p.aspx
ESTABELECIMENTOS ABERTOS AO PÚBLICO
decorrentes do estado de emergência - FAQ’s
REGIME EXCECIONAL
para as situações de mora no pagamento da renda
Lei n.º 4-C/2020, de 6 de abril de 2020, sobre o Regime excecional para as situações de mora no pagamento da renda devida nos termos de contratos de arrendamento urbano habitacional e não habitacional, no âmbito da pandemia COVID-19.
Chamamos a vossa especial atenção para o Art.º 7º e segts., os quais regulamentam a matéria relativa aos contractos não habitacionais.
Descarregue-a aqui.
Chamamos a vossa especial atenção para o Art.º 7º e segts., os quais regulamentam a matéria relativa aos contractos não habitacionais.
Descarregue-a aqui.
LAY-OFF SIMPLIFICADO
Medidas excecionais e temporárias de resposta à epidemia COVID-19
Conheça os detalhes aqui ou na imagem ao lado.
- Um trabalhador em loy-off não pode continuar a trabalhar para a entidade que requereu o apoio.
(É considerado incumprimento a prestação de trabalho à própria entidade empregadora por trabalhador abrangido pela medida de apoio extraordinário à manutenção de contrato de trabalho)
- Se o trabalhador exercer atividade remunerada fora da empresa … eventual redução na compensação retributiva
(Também importa saber se algum dos trabalhadores tem outras fontes de remuneração)
- É considerado incumprimento por parte do empregador a distribuição de lucros durante a vigência das obrigações decorrentes da concessão do incentivo.
- A caducidade de contratos de trabalhos a termo não está impedida pela nova lei
- Os 30% da retribuição social a cargo da entidade patronal são de 190,50€ para vencimentos até 952,50€
(Também pode ser requerido apoio para compensar o rendimento inerente à redução de horário de trabalho)
- Para aferir a quebra de 40% de faturação, precisamos dos seguintes valores exatos:
- janeiro e fevereiro de 2019;
- 1 de março a 30 de março de 2019
Nota: O período de 30 dias é contado em dias corridos e não precisa de ser fixado dentro de meses completos. Para um requerimento entregue a 27 de março o período de 30 dias ocorre entre o dia 26 de fevereiro e o dia 26 de março.
- A comunicação aos trabalhadores deve transmitir-lhes a adesão a estes apoios e o início do lay off, podendo ser efetuada por envio de email profissional da empresa, desde que o trabalhador tenha acesso à sua caixa de correio eletrónica.
Vasco de Mello
(É considerado incumprimento a prestação de trabalho à própria entidade empregadora por trabalhador abrangido pela medida de apoio extraordinário à manutenção de contrato de trabalho)
- Se o trabalhador exercer atividade remunerada fora da empresa … eventual redução na compensação retributiva
(Também importa saber se algum dos trabalhadores tem outras fontes de remuneração)
- É considerado incumprimento por parte do empregador a distribuição de lucros durante a vigência das obrigações decorrentes da concessão do incentivo.
- A caducidade de contratos de trabalhos a termo não está impedida pela nova lei
- Os 30% da retribuição social a cargo da entidade patronal são de 190,50€ para vencimentos até 952,50€
(Também pode ser requerido apoio para compensar o rendimento inerente à redução de horário de trabalho)
- Para aferir a quebra de 40% de faturação, precisamos dos seguintes valores exatos:
- janeiro e fevereiro de 2019;
- 1 de março a 30 de março de 2019
Nota: O período de 30 dias é contado em dias corridos e não precisa de ser fixado dentro de meses completos. Para um requerimento entregue a 27 de março o período de 30 dias ocorre entre o dia 26 de fevereiro e o dia 26 de março.
- A comunicação aos trabalhadores deve transmitir-lhes a adesão a estes apoios e o início do lay off, podendo ser efetuada por envio de email profissional da empresa, desde que o trabalhador tenha acesso à sua caixa de correio eletrónica.
Vasco de Mello
ALGUMAS NOTAS SOBRE A LEGISLAÇÃO
Lay-off Simplificado – Medidas excecionais e temporárias de resposta à epidemia
COVID-19 - Apoios extraordinários à manutenção do contrato de trabalho
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RECOMENDAÇÕES DA DGSClique aqui ou na imagem ao lado para descarregar as "Recomendações da Direção-Geral de Saúde".
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